A Mesa3

31out10

Se pararmos para pensar direitinho, qual seria o significado da mesa?

Não é tão raro que hoje a mesa seja um objeto de suporte para livros, enfeites, etc.

Antigamente, a mesa era um local de comunhão, era onde as pessoas se sentavam e compartilhavam uns com os outros.

Hoje nada disso tem mais valor, pois a mesa perdeu seu significado. Nos dias atuais, é algo muito raro ver as famílias assentadas para um momento de comunhão, de alegria, bem-estar e prazer. O que vemos é cada um comendo em um horário diferente e em um local diferente da casa. Um na sala assistindo TV, outro no quarto em frente ao computador, há outro na cozinha ouvindo algum programa de rádio… Mas a mesa está lá, enfeitando a sala ou na copa da casa servindo de apoio para a fruteira.

A verdade é que precisamos abir mão da nossa vidinha pós-moderna e resgatar valores perdidos, isto é, resgatar o primeiro ministério criado por Deus, a família.


Na minha juventude eu me envolvi com drogas, foram anos que passei mergulhado nessa onda, até que decidi sair de casa. Não agüentava mais meus pais.

Um amigo meu na época, me deu maior força, me apoiou, até mesmo cuidou de mim.

Porém, tudo mudou quando eu decidi me livrar das drogas, pois para o meu amigo isso era loucura. Ele achava que eu não estava bem, tentava me convencer de que eu tinha uma boa vida, que eu era livre para fazer o que quisesse… Para me distrair ele me levava à festinhas, onde eu sempre tinha um reencontro com as drogas. Foi assim por algum temp, até que conheci alguém que se dispôs a me ajudar a sair dessa vida. Para o meu amigo isso foi como uma facada pelas costas, uma traição.

Voltei para a casa dos meus pais, que me receberam de braços abertos e me ajudaram a me libertar das drogas.

Agora eu te pergunto:

Quem merda de amigo é esse que ao invés de ficar feliz em saber que eu quis me libertar das drogas e me apoiar, me levava pra locais onde eu sempre poderia ter uma recaída?

–> Este resumo é baseado em fatos reais <–

Amigo de verdade é aquele que abre mão até mesmo dos seus vícios em prol do outro e não o que leva o outro para se afundar mais ainda.

Vigilância a respeito das amizades!!!


É my brothers and sisters, estava aqui meditando, cheio de dúvidas e confusões mentais, quando fui tocado pelo ES (Espírito Santo) a viver o que essa letra diz:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Tudo isso é muito loko não é mesmo? Mas é a minha realidade. É o que preciso aprender.

Valeu Deussssssssssssssssssssssssss!!!

Tu é o cara e não tem outro. Tamojuntoemixturado!!!


Hoje (02/12/2008) me veio à cabeça a respeito de honrar pai e mãe, um dos dez mandamentos. Com isto, vejo o quanto tenho desonrado, não só meu pai, pois não tenho mais mãe, mas também desonrado pessoas que me amam de verdade, sem dize a Deus.

Lembrei logo de influências (coisa que ninguém assume é ser influenciado pelo meio em que se encontra). A primeira má influência que pude constatar foi quando a serpente enganou Eva, a levando a desobedecer a Deus.

Mas nossas vidas e a mesma coisa. Aprendemos, desde bem pequeninos, o que é bom e o que é ruim. A maioria até aprende o que agrada e o que não agrada a Deus. Porém, queremos nos tornar ‘rebeldes’, fazer o que quisermos. É aí que mora o perigo, pois durante o nosso ‘crescimento’, começamos a nos relacionar com vários tipos de pessoas e, sem perceber, nos envolvemos, somos sorrateiramente influenciados. Infelizmente, na maioria das vezes, para coisas que ferem a santidade de Deus. Somos alertados por que nos ama de verdade, mas ignoramos, por acharmos tudo isso chato, careta, um saco…, dando preferência dar ouvidos à serpente, isso mesmo que eu falei. Pessoas que nos dizem: ‘vai dar ouvidos a fulano(a)? Deixa de ser bobo(a), viva sua vida, seja feliz, seja livre… Aí nos afundamos num mar de lama, ou melhor, num mar de m*.

Para entender melhor, pegue uma Bíblia e leia Gênesis 3.

Serpente, seus dias estão contados!!!

chesskings


Durante meus 39 para 40 anos de idade, fiz muitas ‘amizades’. Algumas se foram sem se despedir, outras simplesmente não tenho mais contato, mesmo estando tão próximo. Enfim…

Hoje estava pensando sobre a loucura do que venha ser a verdadeira amizade. Não muito raro nos depararmos com pessoas que classificam fulano(a) como amigo(a), ou mesmo como melhor amigo(a). Mas será?

O que é amizade para você?

– Pessoas que estão próximas e/ou que tenham os mesmos gostos e preferências?

– Pessoas que tem algo para nos oferecer?

– Pessoas que temos contato há muitos anos?

– Pessoas que saem pra ‘zuar’ juntas?

Cara pode parecer loko tudo isso (e é), mas com a minha pouca experiência de vida, eu descobri que amizade nada tem haver com o que citei antes.

Explicando…

Durante a infância não nos importamos tanto com o fator amizade, pois só queremos mesmo é brincar. E é isso que toda criança faz, ou pelo menos deveria fazer.

É na adolescência que começam os enganos, as mentiras que nos envolve, que o mundo nos força a crer. Isto vem se intensificando cada vez mais com a ‘pós-modernidade’, ‘geração MTV’, ‘globalização’… Esses exemplos são ilustrativos e não uma regra.

Na transição adolescência para a fase adulta, começam os conflitos, pois é aí que se descobre que estávamos vivendo um jogo, um jogo de interesses, aceitação, notoriedade.. Mas quando passamos pelo portal ‘Bem vindo à realidade’ , é que chega a hora das decisões, e se não estivermos atentos, vamos permanecer presos naquele mundinho anterior, por lá tudo era mais legal, mais fácil, mais cabeça…

Tudo isso vai implicar em mudanças, isto é, maturidade, pois nesta fase um deslize pode ser fatal, tudo pode ir por água abaixo.

Mas o jogo não acabou, a ‘realidade’ é uma mudança de fase, e esta é a fase decisiva, não dá mais pra viver os artifícios, muitas vezes irresponsáveis, que tínhamos na adolescência.

Voltando à amizade… Agora tos cuidado é pouco, pois nossos amigos, são novos a cada instante, seja no trabalho, na faculdade, no lazer… não importa. Gente e mais gente vai entrar e sair das nossas vidas num piscar de olhos. Certamente algumas irão permanecer, mas por quê? Talvez por ser uma amizade verdadeira, mas também pode ser por interesse pessoal, pode ser por temer ficar ‘sozinho’ (até arrumar outra amizade)…

Um breve relato pessoal:

Certa vez uma pessoa amiga me pediu para fazer um ‘serviço’ para ela. Era algo muito simples, que ela mesmo poderia fazer, mas eu com maior carinho o fiz. Ela agradeceu, elogiou, etc. Passado alguns dias, essa mesma pessoa me pediu o mesmo ‘serviço’, e novamente lá fui eu… Numa terceira ocasião eu decidi não mais dar mais o peixe, mas ensiná-la a pescar (lançar o anzol ou jogar a rede?). Essa pessoa ficou chateada, pois preferia se acomodar a ter que aprender. Depois disso acho que deixou de ser uma pessoa amiga, pois ‘sumiu do mapa’.

Não podemos viver querendo abraçar o mundo. As pessoas que não são verdadeiramente amigas, nos compreende, ainda que não aceitem certas situações; elas entendem, ou procuram entender, nosso ‘afastamento’ quando nos envolvemos com nosso novo emprego, com nosso namoro, etc. A amizade verdadeira não ouve ou fala apenas coisas agradáveis, mas fala e ouve a verdade, ainda que esta venha doer.

vazio

“Caio pra dentro de mim!
Com a vertigem
dos que aprendem em queda livre”

O F.UR.T.O


Continuando a falar sobre relacionamento…

Hoje acordei pensando em algo muito infantil, mas que pode ilustrar muito bem um relacionamento. Vou falar mais especificamente do relacionamento a dois.

Quem nunca ‘plantou’ feijão no algodão? Creio eu que quase todos, quando criança, tenham feito essa experiência.

Pois bem. Inicialmente, ‘plantamos’ nosso feijãozinho no algodão umedecido em água, daí em pouco tempo ele começa a ‘nascer’.

Porém, ele não pode permanecer ali por muito tempo, pois são necessários mais nutrientes para que ele se desenvolva e comece a produzir ‘feijões’.

Conosco é a mesma coisa. Num relacionamento para se ‘frutificar’, é necessário mudar de solo. Isto pode ser traduzido por intimidade. O relacionamento não deve permanecer estático e superficial ‘no algodão’, ou seja, não pode se resumir ao ‘eu te amo’, ‘te quero’, ‘te gosto’…, frases, mas sim por uma mudança de comportamento que fará valer muito mais do que o clássico e sonoro ‘eu te amo’ (mas prefiro ir ao cinema com meus amigos).

É preciso haver mais ‘intimidade’, um solo mais rico em nutrientes para que esse relacionamento, futuramente, não venha ser frustrado, por falta de uma das partes, ou até mesmo de ambas.

Se você quer ter um namoro ou casamento bem sucedido, saia do algodãozinho e vá para o solo fértil.

Vou cavar mais fundo pra buscar mais nutrientes

pa


Lembram do meu amigo que se casou e descasou em um piscar de olhos?

 

Hoje ele é uma pessoa profundamente frustrada.

 

Vou explicar:

 

Quando ele resolveu se casar, na realidade nem bem conhecia a moça (vice versa). Foram na onda da paixão e não atentaram para o fator relacionamento. Não buscaram se conhecer mais profundamente, conhecer os vícios e virtudes de cada um.

 

Hoje entendo o por que dos meus ‘relacionamentos amorosos’ terem sido tão volúveis. Na realidade eram altamente imaturos, pois eu me fixava naquele primeiro momento, o da paixão, onde nada nos aborrece. Ia tudo fluindo muito bem, até nos depararmos com o primeiro conflito. A partir daí, tudo já começava a mudar, a ‘Cinderela’ deixava de ser princesa… Como disse, eu não tinha maturidade suficiente, ou nenhuma, para superar, dar a volta por cima, contornar a situação…

 

E é sobre isso que quero falar.

 

Quando iniciamos um relacionamento, muitas vezes, tendemos a mascarar que somos, queremos mostrar as qualidades, muitas vezes forjadas, artificiais. Em alguns casos, já vamos logo mostrando quem somos ‘de cara’.

Analisando os dois casos, para muitos o segundo parece ser o mais correto, mas eu diria que é incompleto, pois o que mais vale não é apenas expor quem somos, mas também, o quanto estamos dispostos a mudar. É que muitas vezes o nosso comportamento pode trazer desconforto para nosso (a) companheiro (a). Até mesmo podem ser comportamentos que expressam nossa imaturidade, nossa infantilidade.

 

Lembrando do meu amigo. Ele não queria abrir mão das ‘amizades’. Ora, ele agora estava assumindo responsabilidade diante uma outra pessoa. Porém, não aceitava este fato. Não queria abrir mão das ‘coisas de solteiro’.

 

Entenderam a imaturidade?

Casado não querendo assumir a condição de casado, mas de solteiro.

 

Pense bem, quando for namorar, pois você vai estar assumindo um compromisso com outra pessoa e, com certeza, algumas coisas precisam ser mudadas.

 

Estás disposto (a) a mudar ou quer continuar imaturo (a), preso (a) à ‘Síndrome de Gabriela’ (Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo sim, vou ser sempre assim… – Modinha para Gabriela – Dorival Caymmi)?